28 dezembro 2010

Quem foi Joseph Lagrange?




Joseph-Louis Lagrange (25 jan 1736 - 10 de Abril de 1813), nascido Giuseppe Ludovico (Luigi) Lagrangia , foi um matemático e astrónomo , que nasceu em Turim , Piemonte , viveu parte de sua vida na Prússia e parte em França , tornando significativa contribuições a todos os domínios da análise , a teoria dos números , e clássica e mecânica celeste . Por recomendação de Euler e d'Alembert , Lagrange sucedeu em 1766 Euler como diretor de matemática na Academia Prussiana de Ciências , em Berlim , onde permaneceu por mais de 20 anos, produzindo uma grande quantidade de trabalho e ganhando vários prêmios da França Academia das Ciências . do tratado de Lagrange na mecânica analítica (Mécanique Analytique , 4.. Paris, ed.,: 2 vols-Villars et fils Gauthier, 1888-1889), escrito em Berlim e publicada pela primeira vez em 1788, ofereceu o tratamento mais abrangente da mecânica clássica desde Newton e formaram a base para o desenvolvimento da física e matemática no século XIX.

Lavoisier




Joseph Lagrange disse: "Bastou um instante para cortar esta cabeça e talvez um século não
baste para produzir outra igual".
(sobre a morte de Lavoisier, em 1794.)

27 dezembro 2010

Curiosidades da Química


O gás oxigênio induz a convulsões, quando em altas concentrações. Como peróxido, superóxido e ozônio é razoavelmente tóxico.

O lítio é usado farmacologicamente para tratamento de pacientes maníaco-depressivos. E é levemente tóxico.

No bafômetro, o que ocorre é a reação de oxidação do etanol à acetaldeído, ou etanal, revelando o excesso de álcool no organismo do motorista, mostrando o alcoolismo do mesmo.

Fonte: http://www.quiprocura.net/vcsabia.html

23 dezembro 2010

Gorduras saturadas na dieta aumenta o risco de diabete

O Ministério da Saúde rastreou 11 milhões de casos de diabetes no país em 2001 – a prevalência entre os brasileiros com mais de 40 anos chega a 11%. Há quem acredite que comer doce aumenta o risco de desenvolver a doença, o que é um grande erro. Segundo o endocrinologista Antonio Carlos Lerario, da Sociedade Brasileira de Diabetes, além da predisposição genética, o consumo elevado de gorduras saturadas em uma dieta rica em calorias são os principais fatores de risco. Comer doce pode, mas com moderação.
Um estudo do Diabetes Prevention Program, dos Estados Unidos, acompanhou 3.234 pessoas com alguma predisposição à doença durante quatro anos, dividindo-as em três grupos. Naquele em que os pacientes foram submetidos a uma dieta para perder de 5 a 7% do peso e a 150 minutos de atividade física por semana, o risco diminuiu 59% em relação ao grupo de controle, em que o estilo de vida não sofreu mudança alguma. O resultado foi ainda melhor para quem tinha mais de 60 anos: 71%. O grupo que foi tratado com um remédio que estimula a produção de insulina pelo pâncreas (metformina) diminuiu em 31% os ricos de desenvolver a doença, e de forma mais efetiva em pessoas com mais de 45 anos. Esse mesmo estudo foi feito na escandinávia e na China e os resultados foram parecidos.
"Não tenho a menor dúvida de que evitar o ganho de peso, fazer exercício e comer menos gordura saturada pode prevenir o diabetes e até mudar a evolução da doença", afirma Lerario. Isso quer dizer que alimentos que diminuem o mau colesterol podem ajudar a combater a deficiência na produção da insulina. Por isso, o recomendado é incluir na dieta ingredientes ricos em ômega-3 (como os peixes de água fria salmão, atum, sardinha, cavala) e em gorduras mono e poli-insaturadas (azeite de oliva e óleos vegetais).
Quando a doença já está instalada, alimentos integrais são muito melhores do que os refinados, uma vez que o carboidrato é menos absorvido pelo organismo, diminuindo o índice glicêmico do sangue. A diferença não é assim tão grande, mas as fibras dos integrais oferecem outros benefícios, como diminuir o colesterol e melhorar o trânsito intestinal. Uma sugestão é substituir vegetais como mandioca, batata e mandioquinha por a outros em que os carboidratos são menos absorvidos, como cenoura, beterraba e as frutas. "Uma dieta normal deve ter de 50 a 60% de carboidrato, normalmente em forma de vegetais e frutas", diz o endocrinologista. As calorias de uma refeição devem ser equilibradas entre 50 a 60% de carboidratos, 15 a 20% de proteínas e o resto em gorduras, de preferência insaturadas.
Uma pesquisa do Hospital de Bocage, na França, de janeiro deste ano, mostrou que uma refeição com alimentos de alto índice glicêmico deve ser acompanhada de lipídeos e proteínas, para que o corpo não absorva todo o carboidrato da comida. Um exemplo simples dessa dica é comer macarrão à bolonhesa.
De acordo com Marília de Brito Gomes, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, os benefícios da alimentação na prevenção do diabetes, bem como de outras doenças epidêmicas, só terão validade se forem instituídos na infância. "A mulher oriental come soja desde criança e sofre menos dos sintomas da menopausa. Não adianta comer só depois de adulta", afirma. Por isso, Marília defende investimentos na educação nutricional das crianças, uma ação governamental em escolas, hospitais e universidades.

18 dezembro 2010

A Esperança de cura para AIDS vem das Células-Tronco

Logo depois do Dia Mundial de Luta contra a Aids, 1º de dezembro, uma descoberta pode significar um grande avanço no combate à doença. Médicos acreditam que um paciente HIV positivo, submetido a um transplante de células-tronco, tenha sido curado.
Timothy Ray Brown, também conhecido como o "paciente de Berlim", era soro positivo, mas nunca tinha desenvolvido a aids. Ainda assim, tomava diariamente medicamentos antirretrovirais. Ele também teve leucemia e, como parte de um longo tratamento para a doença, recebeu o transplante em 2007. Nessa época, Brown teve de parar com a medicação contra o HIV.
Em todos os outros casos semelhantes, a interrupção faz a doença aparecer em questão de semanas. Em Brown, isso não aconteceu. Seus médicos publicaram um artigo no periódico Blood, da Sociedade Americana de Hematologia, afirmando que os resultados dos testes "sugerem que a cura da infecção pelo HIV foi alcançada".
A notícia saiu no Huffington Post, que diz que o caso de Brown cria novas perspectivas para a cura definitiva para a aids através de células-tronco geneticamente modificadas. As novas células que ele recebeu não tinham um receptor, o CCR5, que é importante para a proliferação do HIV. Sem ele, o vírus não conseguiu se multiplicar e, portanto, a presença da doença foi refreada mesmo sem os antirretrovirais.
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